The last one
Boas.
Raramente sei o que escrever ou descrever, estados e emoções ou o que me vem simplesmente á cabeça. Hoje em dia falar sobre o que possa sentir ou revoltado com, é o mesmo que pedirem a um analfabeto ler ou escrever. O intímo que só eu sei e que só eu conheco, não me deixa revelar verdades que ainda não descobri, pois a total desocupação desse intímo, um outro mais pessoal, me deixará levar inatamente aos meus desejos e quereres e necessidades.
Hoje e todos os dias, o que me resta é viver e tentar colher o máximo de erros, razões, paisagens possiveis para que um dia, eu olhe e possa dizer que sim faz sentido.
Falar da sociedade, do governo, dos políticos, da crise ... calha a todos!
Cabe-nos a nós fazer qualquer coisa para que as coisas mudem também.
Preocupamo-nos sempre com o que não temos, e com o que temos ... vamos todos acabar da mesma maneira. Uns mais cedo do que os outros! Só isso.
ALEXANDRE
| Hora do Dia: 05:43
| Astro: Sol
| Direcção: Sul
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| Móvel: Canape
| Líquido: Champagne
| Pecado: Ira
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| Pedra: Mármore | Árvore: Salgueiro-Chorão
| Fruto: Morango
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| Flôr: Campestre
| Clima: Tropical
| Elemento: Ar
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| Côr: Azul
| Animal: Hamster | Sentimento: Preso |
| Comida: Tornedó | Lugar: Vilamoura |
| Gosto: Doce/Salgado
| Cheiro: Jasmim
| Verbo: Viver |
| Expressão Corporal: Espreguiçar
| Forma: Todas
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| Número: 7
| Estação: Verão
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